Cada um escolhe a maneira como quer viver.
Nada contra aquele que mente pra
conseguir o que quer.
Nada contra aquele que se engana
pra estar feliz com a vida que tem.
Nada contra aquele que finge não ter problemas
e se mete na vida alheia.
Nada contra aquele que faz de conta que não
sofre, que não chora, que não sente falta,
só por conveniência ou por vergonha de assumir
que errou, se enganou...ou se deixou enganar.
Juro! Nada contra ninguém!
Mas eu voltei a viver do "meu jeito".
Não vou mentir...descobri que sou péssima nisso
e acabo falando a verdade.
Não vou nunca me meter na vida alheia...além de não
ter nada com isso...é uma questão de educação.
E jamais vou me enganar pra tentar ser feliz.
Um dia fiz uma escolha...mentir pra todos, (inclusive
pra mim).
Mas descobri, que era mentira demais...traição
demais por tão pouco.
Então tive que fazer minha ultima escolha...falar
a verdade e aguentar as conseqüências.
Falei...aguentei...sobrevivi!
E de uma forma verdadeira...realista.
Não tenho que fingir que nada aconteceu...isso não
vai me tornar superior.
Não preciso mostrar que estou ótima...sei que
alegraria a poucos.
Não me importo que saibam que ainda machuca...que
se divirtam os infelizes maldosos.
Mais nunca mais me deixo atingir, sem revidar.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
A "quem possa interessar"
quarta-feira, 23 de abril de 2008
QUE SACOO !!!!!!!!!
As outras emissoras perceberam o potencial financeiro e acompanharam a líder de audiência. Querem também faturar em cima e ficam repetindo o dia todo o caso como se realmente houvesse alguma novidade. Porém NÃO EXISTEM NOVIDADES. Eles fingem que tem para render o assunto o máximo possível e faturar em cima do pobre cadaverzinho.
Se Isabella fosse uma negrinha da favela, uma pobre coitadinha da classe D, o assunto nem ao menos teria sido noticiado na tv. Ou teria sido mencionado "Au passant" se sobrasse 1 minuto vago em algum noticiário. Mais ela, Isabella, era neta de advogado. Era filha de uma classe média. Era enteada de uma moça da classe média. Por isso o potencial dela é bom pra render muito assunto e conseguir boa audiência. Afinal de contas o Brasil é quase todo habitado por gente da classe média. Por isso as tvs estão fingindo de comum acordo,que esse é um caso misterioso. Um caso que exige um Hercules Poirot da Agatha Cristie para desvendá-lo. Tudo em nome do faturamento, Desavergonhadamente. Ou Isabella Nardoni a única criança assassinada em nosso país nos últimos trinta dias?
Daqui a pouco descobrirão que o porteiro do prédio, na falta do mordomo, foi o culpado. Ele teria visto, pelo circuito interno, que Alexandre Nardoni deixou a filha sozinha, foi até a garagem buscar o restante de sua enorme família, calculou que daria tempo de se divertir, arrombou a porta do apartamento, matou a menina por sufocamento, jogou-a da janela do sexto andar e voltou correndo para a portaria com cara de inocente.
Como qualquer pessoa que tenha sensibilidade e que saiba dar o devido valor à vida humana, senti imensamente o assassinato da infeliz garotinha, da indefesa menina, mas, sinceramente, acho que as tvs ainda não se tocaram que já ultrapassaram todos os limites da paciência humana. Pela manhã, à tarde, à noite, o assunto é Isabella. E o terceiro mandato de Lula? Será que enquanto isso ele não está sendo engendrado lá no covil dos..., digo, lá no Senado?
Tal tática era usada pelos Césares há muitos séculos atrás.
terça-feira, 22 de abril de 2008
E aí, como foi o feriado?
Possível diálogo fútil 1:
- Oi, Roberto!
- Oi, Carla.
- Ai, nem te conto, meu feriadão foi muito bom! Tenho várias novidades! Sabe o teu amigo... Aquele...
- O Beto?
- Isso, o Betinho...
- Aí, achei ele um gato, sabe. Encontrei com ele sábado lá no clube...
- E daí?
- E daí que ele pediu meu telefone, e marcamos de sair no próximo final de semana!
- Que interessante...
- O que é interessante?
- Essa tua felicidade por causa do Beto.
- Vocês brigaram?
- Claro que não, ele é meu melhor amigo.
- Você ta estranho, como foi teu feriadão?
- Não lhe interessa.
- Ui! Grosso! Deita e acorda de novo, bicho do mato!
Nesta situação, Roberto ficou de antipático, só porque ele não quis comentar sobre seu feriadão. Mas onde está escrito que ele deve contar sobre seus acontecimentos de final de semana? O “não lhe interessa” é um direito que possui. Não poderia ser chamado de grosso ou “bicho do mato”, no entanto, isso ocorre corriqueiramente.
Por outro lado, há aqueles que são mais pacientes e acabam respondendo de forma resumida.
Possível diálogo fútil 2:
- Bom dia, Renata!
- Olá, Afonso!
- Tudo bem?
- Tudo. E com você?
- Tudo ótimo, meu feriado bombou!
- Ah, que bom...
- E o teu como foi?
(uma breve pausa)
- Ah... Sem grandes emoções... Foi normal.
(teu colega pode ser daqueles chatos que insistem, neste caso, o diálogo vai mais além).
- E esse normal é bom?
- Ai, normal é normal. Nem bom nem ruim.
- Ah, mas não tem nenhuma novidade mesmo?
(Agora a paciência está chegando ao fim)
- Não.
- Você não parece ser uma mulher de poucas novidades, tenho certeza que andou beijando neste findi. (O cara é realmente chato e quer dar uma de ‘amiga’, ou galanteador).
(o fim da paciência)
- Ai, Afonso! Não começa! Se eu tivesse alguma novidade eu te contaria, ok?
- Tudo bem.
Aqui, Renata possivelmente passará a imagem da mulher na TPM, ou a mulher sem sexo. Quando, na verdade, ela pode fazer sexo três vezes por semana e ter saído da TPM há 72 horas. Todavia, ela tem a livre escolha de não expor nada sobre seu feriadão. Por que isso é tão difícil de entender?
O terceiro e último possível diálogo, seria aquele em que ambos acabam conversando sobre o que fizeram no feriadão. Na prática, sabemos que isso não é uma verdade completa, embora seja comum ocorrer. Não se sabe ao certo se os dois possíveis interlocutores estão com vontade de contar suas novidades, eles podem as compartilhar por inúmeras hipóteses: precisam de um conselho; querem desabafar com o primeiro ser que encontrarem; desejam demonstrar uma falsa simpatia ao perguntar algo que não necessita ser perguntado, ou responder algo que não custa rebater ao infeliz que perguntou.
Por mais que este assunto lhe soe estranho ou fora de questão, ele é real. Hoje, ao chegar a sua escola, a sua faculdade ou ao seu emprego, com certeza lhe perguntaram sobre o feriadão.
As pessoas têm que entender que há dias em que você não quer falar sobre seus acontecimentos. Porém, há também os dias em que você não quer parar de recitá-los verbalmente. O que deve ser exercitado é o bom senso, o olho crítico e observador. Antes de perguntar alguma coisa a alguém, preste atenção na situação, no lugar e no momento, só depois pergunte. Você não pode adivinhar que tal fulano não quer falar, mas pode tentar entender o porquê do fulano estar quieto. E para isso, não necessitamos indagar. Devemos apenas ser mais cautelosos, não só com os outros, mas com nós mesmos.
O mais perpetuante ou hipócrita disso tudo, é que eu sou uma das pessoas que pergunto sobre as novidades do feriadão. Mais não pertenço àquele grupo que contam suas novidades aos curiosos que perguntam.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Ao meu anjo da guarda
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Tentando ser Eu
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Em Processo de Aprendizado
Existem verdades e verdades... mas será que existe uma verdade absoluta? Vai saber...Na minha opinião, verdade, é aquela que funciona para você em determinada situação ou circunstância. O que hoje nos parece ser certo do ponto de vista moral, pode não o ser, se visto por uma outra ótica. Como saber a diferença então? Bem... não sei responder. Acertar é o objetivo, mas errar, também faz parte do processo de aprendizado. Quem esquece os seus erros, está fadado a repeti-los. Errar é preciso. Errar é necessário. Sem o erro, não há crescimento ou experiência acumulada. Escolher entre o certo e o errado, é um ato de Fé, uma questão moral e de difícil interpretação. E as conseqüências dessa decisão (sejam boas ou más), lhe acompanharão por muito tempo. Portanto, procure tomar as suas decisões ciente de como ela irá afetar a sua vida e as vidas daqueles que estão ao seu redor. Dê os seus passos sem ter medo de cair... cair, é só mais um passo da caminhada... essa longa caminhada feita de decisões que podem mudar tudo no espaço de um nano segundo. Quando se percebe que errar não é só falhar, mas também tentar, perde-se o medo de prosseguir. A criação não nos fez perfeitos... por isso, temos a chance de evoluir... de aprender com os nossos erros. Um velho ditado popular diz que “A voz do povo, é a voz de Deus”. O que me faz lembrar de outro ditado igualmente popular: “Errar, é humano”.
É...
A humanidade devia se ouvir mais as vezes.